quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Hippo estica e vibra

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A Chicco outra vez.
Os senhores que estão sentados a pensar em brinquedos para criança, sabem exactamente o que andam a fazer da vidinha deles. Pelo menos com a minha criança resulta que é uma maravilha.
A nova paixão da C. é o Hippo roxo da Chicco. O facto de vibrar é absolutamente irrelevante porque o que ela gosta mesmo é dos penduricalhos do boneco. Agarra-se a ele e não mais o larga. Chicco a marcar pontos, mais uma vez.
 


terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Coisas frustantes na vida de uma mãe

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Gastar várioa euros em chupetas e ter uma filha que continua a preferir os dedos..

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Amigos sem filhos

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O conceito não é novo; já tinha ouvido dizer que ocorria ali qualquer fenómeno com os amigos que não têm filhos, depois de nós os termos.
Hoje percebi qual. 

Uma amiga ligou-me de tarde e atendi-lhe o telefone à beira da C., que estava a resmungar com um boneco que não conseguia meter à boca. Não era choro nem gritos. Era um resmunguinho. Ao que a minha amiga - que não tem filhos - me diz em tom crítico julgador a meio da conversa.

- Bem, ela está com uma birra!!! Depois falamos. Adeus.

Ora, ela não estava com birra. Muito menos com uma birra!!! Mas foi o suficiente para se por a mexer rapidamente, não fosse o chorico uma doença infecto contagiosa capaz de lhe fazer mal. 

Ora, será que depois dos filhos os amigos sem filhos perdem a capacidade de continuar nossos amigos?

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Sozinha ou bem acompanhada?

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Nem sempre a minha pequenina se entretém sozinha. Aliás, ela é perita em ter pessoas à volta dela, na conversa. É vê-la alegre e contentinha. Quando está numa de atenção e ninguém está a olhar para ela, resmunga. Resmunga mesmo. Até lhe digo que nem sei onde foi puxar o mau feitio.
 
Mas depois há outras alturas em que a deixo no berço e ela ali fica, acordada, a brincar com as mãos e os lençóis. Ri-se, palra e deixa-se estar sem resmungo.
 
Claro que para mim isto é óptimo. Consigo fazer coisas em casa sem que ela esteja a chorar.
Mas por outro lado, cada vez que a vou espreitar e a vejo ali sozinha, penso se ela achará que está abandonada. Será que se sente só? Será que pensa que eu a deixei para ali? Fico divida entre ficar a conversar com ela e retomar o que estava a fazer. E não sei bem como se resolve esta equação.
Vou alternando entre uma coisa e outra, porque no meio é que está a virtude. Mas tenho dúvidas, francamente..
 

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