sábado, 30 de agosto de 2014

Coisas que me sabem bem (ou melhor) na gravidez #1

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Água e banhos em geral.

Não só chuveiros à noite antes de dormir como banhos de mar. Já era fã e a gravidez só exponenciou este gosto.
Uma das coisas que é característica deste meu estado é a alteração da temperatura. Não morri de calor nem tenho sofrido com isso mas tenho o termómetro efectivamente mais alto. Por causa disto, os banhos sabem especialmente bem.
A prova provada foram as férias. Ainda que sempre tenha feito praia nas praias do Norte e esteja por isso mais que habituada à temperatura do mar, a verdade é que demoro sempre o meu tempo a entrar na água e a coisa sempre se fez com calma. Este ano, sinto que só estou bem no meio dos peixes e entrar no mar da minha praia ficou uma brincadeira de crianças. 
Para além disso, ao banho da manhã (este de chuveiro) juntei o banho do final da tarde e o da noite, como formas de refrescar. Só vantagens, salvo talvez na conta na água. 


quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Musts - Produtos de grávida

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Quando se engravida pela primeira vez, procuram-se conselhos em quem já passou pelo mesmo. Outras coisas há que experimentamos sem ninguém nos ter dito mas acho que a experiência de outros pode sempre dar uma ajuda.

A mim, esta deu.
Falaram-me logo no início de produtos para as estrias e comecei a usar muito cedo um creme na barriga.

Comprei o Anti estrias Velastisa da Isdin e acho-o realmente muito bom. Bastante caro quando comparado com outros - em especial linha de supermercado - mas francamente bom.


Quando acabou não voltei a comprar.
Não porque não tivesse gostado mas porque quis mesmo experimentar outra coisa.

Tinha conhecido entretanto a linha nove meses da Mustela. O creme das pernas é a oitava maravilha do mundo - já lá vamos - e a marca tem também creme e óleo para estrias.

Apostei então no creme, que trazia de oferta o óleo e fiquei a conhecer os dois.

Quanto ao creme anti estrias dupla acção Mustela 9 meses
Não é tão bom como o da Isdin, embora cheire muito bem e seja também mais amigo da carteira.
Tem um inconveniente para mim que é o ser difícil de espalhar. Faz uma pasta branca fina que demora bastante a absorver. Conclusão, a pessoa fica ali cinco minutos até ver o creme desaparecer. Talvez isto tenha algum benefício na absorção mas a mim não me agradou particularmente. Fora isso, é um bom creme.


Em relação ao óleo de cuidado estrias Mustela 9 meses
Eu sou fã assumida de óleos hidratantes. O do Boticário faz de mim uma pessoa mais feliz e já perdi a conta aos que já comprei. Desde que entravidei deixei no entanto de usar já que ao que parece é pouco aconselhável. Este da Mustela, para os meus padrões elevados em óleos, não é um anjo na terra mas não é mau. Uso essencialmente à noite e de manhã o cheiro ainda se sente. Na pele e no pijama. É a beleza dos óleos, de resto.


Ainda assim, e considerando que os produtos são para o que servem, a utilização diária dos três até este momento tem-me poupado às estrias por isso cumprem a sua missão. Usei o Velastisa uma vez por dia até acabar e quando comecei com o Mustela usei o creme de manhã e o óleo à noite. Ultimamente, e porque deixei o óleo em casa, ponho o creme de manhã e à noite. Não experimentei outros produtos mas estou satisfeita com qualquer um deles.

Satisfeita também mas para lá de contentinha, deixou-me o creme bem estar instantâneo pernas, também da Mustela 9 meses. Foi simplemente o melhor produto que me aconteceu na gravidez e já vou na segunda embalagem. É fresco e fofo e dá um alívio imediato a pernas entorpecidas. Muito, muito bom. Vai cem por cento recomendado.


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Estamos à espera de um bebé. E agora?

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A primeira coisa que fizemos no dia em que confirmamos a gravidez foi contar aos nossos pais.
Bem sei, ou soube entretanto, que se deve esperar pelo menos até às treze semanas mas há certas coisas pelas quais não podemos esperar. Esta era sem dúvida uma delas. Eles agradeceram.

O passo seguinte foi marcar uma consulta, que só aconteceu duas semanas depois.
Quando lá chegamos disse ao meu médico que tínhamos feito um teste de gravidez e estávamos ali para confirmar ou desmentir.

- Desmentir? Nós aqui não desmentimos nada, só confirmamos.

Foi assim que se confirmou a gravidez, a 24 de Fevereiro e a 300 Km. de Lisboa, numa consulta que nos fez chegar a casa depois das duas da manhã.

Foi também nessa altura que decidimos que o resto da família saberia desde o início.
Eu fazia anos dentro de dias e a altura pareceu perfeita.
Não eram as treze semanas que gostaríamos mas foi uma opcção nossa de, num dia em que todos estavam reunidos, dar a novidade. Não nos arrependemos e as reacções foram boas.

A verdade é que, assim que casas, as pessoas esperam que tenhas filhos no imediato. Não foi obviamente por isso que decidimos engravidar mas a notícia apanhou toda a gente nessa expectativa. Quase que aconteceu aquele "bem, temos uma coisa para vos contar" e logo se ouviu o palpite de "estás grávida?!" Foi giro.

Quanto aos amigos, saberiam uns meses mais tarde, quando tudo já era mais certo. Coincidiu com um jantar que organizamos lá em casa, curiosamente no dia da mulher. Soubemos entretanto que é uma menina.

Percebemos que contar ao "mundo" é um passo decisivo na experiência e que as coisas são mais reais quando partilhadas. Para nós, esta magia ficou certamente mais real quando a pudemos partilhar.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Tudo começa com..

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Descobri que estava grávida no dia 9 de Fevereiro de 2014. 
Na verdade, não foi bem uma descoberta, mas sim a confirmação do diagnóstico do meu atraso. Eu, que sou um relógio de pontualidade britânica, teria certamente algo de muito diferente a acontecer que explicasse o atraso.

Tinha de facto.
O teste de gravidez deu positivo às nove e tal da noite. Estava sozinha em casa e ainda que eu já soubesse, apanhou-me totalmente desprevenida. 
Nesse momento de pouca lucidez, só consegui enviar uma mensagem ao P. para ir para casa. Ele tinha acabado de sair nem há cinco minutos e achou aquilo muito estranho. Abri-lhe a porta dez minutos depois, com um teste de gravidez na mão e ligeiramente tremelicante.

Pegou em mim ao colo, todo ele felicidade, e eu tive a certeza absoluta que seríamos imensamente felizes com esta gravidez.

Passaram vinte e muitas semanas.
Hoje, com 33, já não há P. que possa comigo ao colo. Ainda assim, estamos  exactamente como achava que estaríamos: irremediavelmente felizes.
 

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